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domingo, 30 de setembro de 2007

"Perfume - A História de um Assassino"


Olá, pessoal!

Faz um tempão que não apresento um review por aqui, não é?

Portanto, aí vai! :^)

Quando entrei na locadora em busca de um filme para o final de semana, me deparei com “Perfume, a história de um assassino”. Confesso que julguei o filme pelo estojo e pela sinopse sucinta do verso e o levei para casa imaginando ser um daqueles filmes de mistério – quase um “Agatha Christie” – de um serial killer que usa o perfume para atrair suas vítimas. Me enganei feio!

O filme é uma adaptação do livro de Patrick Süskind (de mesmo título), dirigido pelo alemão Tom Tykwer (o mesmo diretor do filme “Corra, Lola, Corra”) e conta a história de Jean-Louis Grenouille (interpretado pelo ator inglês Ben Whishaw), que nasce em meio às tripas de peixe, embaixo de uma barraca imunda no Mercado de Paris e desde cedo revela uma extraordinária capacidade para distinguir e classificar os aromas.

Porém, esse mesmo personagem que ao sentir, identificar e fragmentar todos os odores ao seu redor, percebe que ele mesmo não tem cheiro nenhum. A partir daí, ele busca incessantemente construir um para si, uma identidade pessoal pelo olfato e que seja a síntese da vida. Dominado pela idéia de preservar os aromas humanos, ele assassina, sem escrúpulos, jovens mulheres cujo cheiro peculiar chama a sua atenção, buscando extrair de suas vítimas o “odor ideal”.

Você deve estar se perguntando: como um filme que trata de odores, aromas e do homem com o melhor olfato do mundo pode ser convincente? Pois é... o filme faz com que você perceba claramente a gama de cheiros de uma cidade européia (nesse caso, Paris) em pleno século XVIII. O Mercado de Peixes, os excrementos humanos jogados nas calçadas, os odores de um orfanato, o suor, o hálito, o cheiro do curtume, as fragrâncias da loja de perfumes... todas as cenas desse filme são viscerais a ponto de você efetivamente “sentir” esses odores.

A iluminação e a fotografia do filme criam um clima especial à trama, associado a cenários muito bem estruturados e a um figurino muito bom. Todos esses elementos completam a fórmula de um filme que me surpreendeu!

Resumão

Jean-Louis Grenouille nasce no Mercado de Paris, em 1738, em meio à sujeira e à podridão. Sua mãe é enforcada, acusada de infanticídio (ela havia largado o recém-nascido Grenouille aos berros para morrer embaixo de uma barraca de peixes). Enviado para um orfanato, ele descobre ter o dom de distinguir e classificar todos os odores que o rodeiam.

Na adolescência, Grenouille escapa do trabalho semi-escravo num curtume de Paris e inicia-se como aprendiz na perfumaria de Baldini (interpretado por Dustin Hoffman). Transforma-se rapidamente num gênio perfumista e é explorado de forma inescrupulosa pelo patrão.

O encontro com uma jovem de quem aspira um aroma nunca antes percebido se transforma numa busca da síntese da perfeição, do cheiro que queria exalar de seu próprio corpo. É aí que Grenouille transforma-se num assassino serial, buscando em suas vítimas o perfume vital.

A história entra num ritmo mais denso quando Grenouille conhece a bela Laura (interpretada por Rachel Hurd-Wood, a Wendy de “Peter Pan”). O assassino sente na jovem o que ele chama de “essência sobrenatural”. Mas ele decide deixá-la para “o final”, buscando outras essências antes dela.

Dessa forma, outros assassinatos acontecem e o pai de Laura, o nobre Antoine Richis (Alan Rickman), pressente que a vida de sua filha está também em grande perigo...

E a partir daí eu não posso contar mais nada...

Assistam, pois vale a pena!


Minha opinião: "EXCELENTE!"

Ótima pedida para quem gosta de filmes com qualidade.

Prepare a pipoca e os nervos...


Abração a todos!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

"Atlantis"


Olá, pessoal!

Ganhei o livro "Atlantis" (David Gibbins - Editora Planeta - 2006) do meu irmão (presente de aniversário desse ano), porque ele sabe que eu me amarro em histórias desse gênero. Como exemplo, posso dizer que devorei "O Código da Vinci" e "Anjos e Demônios" (ambos do escritor Dan Brown), entre outros nesse estilão.

Antes de iniciar a leitura desse livro, dei uma "sapeada" em alguns comentários sobre ele na Internet. Vejam que interessante: os sites do Submarino, das Lojas Americanas e da Siciliano (entre outros) apresentam exatamente a mesma sinopse, o que nos leva a duas possíveis conclusões: a) uma sinopse inicial foi "chupada" e aproveitada pelos outros sites; b) uma sinopse (sempre permeada de elogios e frases de efeito) é enviada pela Editora para todos os revendedores (uma prática, aliás, usada com excesso pelas Assessorias de Imprensa em publicações na Internet), o que não nos deixa muito confiantes, pois, claro, a editora não vai detonar seus próprios produtos, certo? Não há resenha ou crítica nesses sites, exceto as dos próprios leitores. Claro, estamos falando de "business, my friend"...

Apesar dessas observações, o que li na(s) sinopse(s) e também nas orelhas do livro me deixou bastante entusiasmado. Transcrevi alguns trechos dignos de nota:

"Atlantis reacende o fascínio pelo mito da Atlântida."

"David Gibbins é o Dan Brown das profundezas."

"Uma narrativa atual, dinâmica e repleta de fatos reais e aventura!"

"Um dos maiores mistérios da História finalmente revelado."
Foi com tremenda expectativa que comecei a lê-lo... Ai, ai, ai...

David Gibbins quer muito ser Dan Brown (ou pelo menos a Editora Planeta o vende como tal), mas está longe disso. A narrativa é cansativa, repleta de detalhes técnicos desnecessários e por mais que ele se esforce para descrever situações e ambientes, essa descrição sai "truncada". Por exemplo: quando o arqueólogo Jack Howard (personagem central da história) saca uma arma para defender-se dos "soviéticos malvados" no interior de um submarino nuclear a ponto de explodir, o autor pára a narrativa e inicia uma longa e cansativa descrição da arma (seu calibre, formato, cor, distância alcançada pelo projétil, utilização em guerras civis, histórico da arma, etc.). Ou seja, quando essa descrição acaba, você nem lembra mais o que estava acontecendo... O mesmo acontece com todos os outros artefatos mecânicos e eletrônicos, incluindo escavadeiras, helicópteros, carros, tratores e computadores. Chato meeeeesmo!

O que o livro tem de bacana?

- A hipótese criada para o nascimento, desenvolvimento e fim da Atlândida é fundamentada em pesquisas arqueológicas, geológicas e documentais, o que torna essa hipótese mais verossímil.

- As personagens femininas têm um pouquinho mais de força na narrativa, não assumindo somente o papel de "mocinhas que caem do salto na hora da fuga."

O que o livro tem de ruim?

- A história perde seu ritmo por conta do excesso de detalhamento (que eu já comentei anteriormente).

- O esquema "mocinhos bonzinhos do Ocidente" versus "homens malvados do Oriente" poderia até funcionar durante a Guerra Fria, mas em pleno século XXI fica muito "démodé".

- Em vários trechos do livro (vários mesmo) os personagens têm "conversas didáticas" demais: oras, se todos conhecem o assunto em questão, para que ficar explicando-o uns aos outros? Se o leigo leitor precisa daquelas explicações ou se elas são fundamentais para o entendimento da história, mude-se a narrativa, não é? ;^)

Resumão

Enquanto mergulhava em busca de um naufrágio do tempo de Homero, no Mediterrâneo, o arqueólogo marinho Jack Howard e sua equipe descobriram o que poderia ser a chave para a localização da cidade perdida de Atlântida. Paralelamente, escavações arqueológicas no Egito vêm de encontro às descobertas de Howard, fazendo com que o grupo aumente e que todos saiam em busca daquilo que muitos haviam tentado encontrar durante muitos milhares de anos.

Mas alguém mais ficou sabendo da localização da Atlântida: "piratas modernos", mercenários e terroristas armados até os dentes entram em cena, para, literalmente, tentar afundar com os planos de Jack Howard.

A partir daí, a história se desenrola numa tentativa desses grupos em chegar primeiro aos lugares "certos"...


Minha opinião: "REGULAR!"

Valem as informações históricas e o "clima de aventura" no geral,
mas leia sem muitas expectativas...

Abração a todos!

terça-feira, 24 de julho de 2007

"Dreamgirls"


Olá, pessoal!

Pra variar, não fui ao cinema quando “Dreamgirls” estava em cartaz. O “preguiçoso convicto que vos escreve” esperou o filme sair em DVD, para poder assistir de pijama, estirado no sofá. :^)

Já tinha ouvido maravilhas sobre o filme, especialmente em relação à trilha sonora e ao figurino. Também li duras críticas, a maioria delas direcionada à Beyoncé Knowles , taxada de “atriz medíocre”, “diva pasteurizada”, “chata” e “apenas um belo corpinho”.

Finalmente, nesse final de semana eu assisti "Dreamgirls"... e foi inevitável lembrar de um comentário lido numa dessas críticas: “a produção suntuosa esconde um enredo que não aprofunda os sentimentos dos personagens”. Eita, papinho de crítico “DR”! Fica claro, desde o início, que o filme não tem a intenção de aprofundar os sentimentos de personagem nenhum. Na minha opinião, “Dreamgirls” cumpriu muito bem o papel a que se prestou: é diversão e fim de conversa!

Nem todo filme tem que ser “cabeça”. Nem todo filme tem que “fazer as pessoas refletirem sobre a razão de sua existência”. Nem todo mundo é Almodóvar! (graças a Deus).

Não entendi...

...o que os críticos esperavam de Beyoncé Knowles (que interpreta Deena Jones, a bonitona com uma voz “marromeno”). Ela é a reencarnação de Bette Davis? Longe disso... Mas ela “se vira” muito bem e segura a história, principalmente a partir do momento em que se torna a personagem central do enredo. Nada de espetacular, de inimaginável, de esplêndido. Objetivamente competente.

... porque Jeniffer Hudson (que interpreta Effie White, a gordinha que canta pra valer) ficou relegada à atriz coadjuvante, já que a história toda acontece em torno do trio, de forma equilibrada (e arrisco dizer que com destaque à personagem de Jeniffer Hudson). Além disso, ela rouba a cena desde o início! Coisas de Oscar, Globo de Ouro e afins.

... o motivo do “endeusamento” a Eddie Murphy (que interpreta o cantor decadente Jimmy Early, uma mistureba de inúmeros personagens da black music da época, com James Brown e Marvin Gaye em destaque). Li (dos mesmos “críticos” citados anteriormente) que ele “alcança o grande papel dramático da sua carreira”. Faça-me o favor! Em inúmeros momentos do filme, não sei se estou assistindo “Dreamgirls”, “Um Tira da Pesada” ou o “Professor Aloprado”!

Resumão

“Dreamgirls” baseia-se na história da criação da Motown Records, ops... da Rainbow Records e da evolução de Diana Ross, ops... Deena Jones e as Supremes, ops... The Dreamettes. O enredo inicial segue o esquema “três garotas negras de Detroit na batalha por um lugar ao sol”, participando de shows de talentos. Suas vidas mudam drasticamente quando elas conseguem um trabalho com o cantor Jimmy Early. Logo depois, por imposição de seu agente (Curtis Taylor Junior, interpretado por Jamie Foxx) a líder gordinha que canta muuuuuito é trocada pela integrante mais bonita, que canta menos, para que o grupo alcance o público jovem e desponte nas paradas pop. A partir daí, o enredo se divide nos dramas e histórias pessoais de cada personagem.

“Dreamgirls” é um musical produzido e lançado pela DreamWorks e pela Paramount Pictures (em 2006), adaptado do premiado musical da Broadway de mesmo nome (em 1981). Foi o filme com mais indicações para o Oscar 2007 - oito no total. Destas oito indicações, o filme venceu duas: Atriz Coadjuvante (Jennifer Hudson) e Efeitos Sonoros.

O figurino e a direção de arte são realmente impecáveis!



Minha opinião: "BOM!"

Para assistir sem maiores expectativas e depois sair cantarolando as músicas...


Abração a todos!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

"As Horas"

Olá, pessoal!

Ouvimos constantemente a afirmação de que a vida é “uma busca individual da felicidade e da realização plena”. Nesse mundo que busca a eterna felicidade, como poderíamos apresentar a “dor de viver”? O filme “As Horas” cumpre esse papel.

Em “As Horas”, essa tal “dor de viver” não vem atrelada à morte, ao fracasso ou qualquer outro tipo de “tragédia”, mas simplesmente ao peso de existir, que pode ser um fardo maior do que se imagina. O filme quer nos fazer pensar que a vida, enfim, pode trazer mais que felicidade e realizações efêmeras.

Pode trazer a insatisfação sem precedentes e sem justificativas a não ser no fato de estar vivo. “As Horas” arrisca mostrar essa face pouco explorada do “desgosto de viver”.

Virginia Woolf (Nicole Kidman) inicia o filme se suicidando, como fez realmente em 1941. Esse primeiro evento do filme serve como “start” para que o espectador consiga diagnosticar o mal que afligirá as três personagens principais da história: Virginia Woolf, na década de 20 escrevendo “Mrs. Dalloway” - obra que mantém uma inteligente relação com o filme - e tentando manter sob controle sua loucura diagnosticada. Laura Brown (Julianne Moore), em Los Angeles de 1949, tentando conciliar o fato de ser mãe, esposa e dona-de-casa, quando o que mais deseja é a solidão. Clarissa Vaughn (Meryl Streep), editora bem sucedida na Nova York de hoje e que prepara uma festa para o amigo (portador do vírus da AIDS e em estado avançado da doença) pela conquista de um prêmio literário. Clarissa empenha suas poucas motivações existenciais na futilidade de uma recepção para os amigos.

Esses três momentos do filme se intercalam numa edição primorosa (a primeira cena é realmente espetacular), sem nunca confundir o espectador e fazendo sempre paralelos diretos ou não com as situações das três mulheres e da personagem do livro de Virginia Woolf. Nenhuma personagem do filme aparece sem um “propósito”. O ritmo do filme é cadenciado, mas não chega a ser cansativo (não para aqueles que são fisgados pela história).

A trilha sonora reforça a repetição e o marasmo, trabalhando sempre com o mesmo motivo musical. Mas, “As Horas” tem um trunfo maior na manga além de uma história instigante. A atuação é que faz do filme uma obra espetacular.

Eu sou um tanto suspeito para escrever sobre Nicole Kidman - já que sou fã do seu trabalho - mas ela é a melhor. Além da prótese que usa sobre o nariz e que muda completamente seu rosto, ela consegue mudar a si mesma quase por completo. Sua voz, construção corporal e olhar são completamente diferentes dos trabalhos anteriores e, parada, encostada num batente de porta, sem dizer uma palavra, consegue exprimir toda a dor de Virginia Woolf sem ter de apelar para caretas de choro (que, diga-se de passagem, Julianne Moore exagera no uso).

Meryl Streep tem um jeito peculiar de criar personagens - aproximando-os do seu modo de ser. E o mesmo acontece na construção de Clarissa Vaughn. E não é que funciona? Clarissa é outro acerto na carreira da atriz.

Destaque para Ed Harris no papel de Richard Brown (o amigo-poeta de Clarissa), que consegue criar uma figura depressiva e ao mesmo tempo poética.

Na internet encontrei muitos e muitos comentários sobre o filme... Constatei que esse trabalho é do tipo “ame ou odeie”. Não encontrei meio-termo. Destaquei aqui dois extremos, que achei interessantes pelos “excessos”:

"É o melhor filme que vi na minha vida até agora! Tudo nele funciona perfeitamente bem. O roteiro é maravilhoso, o diretor é super competente, a trilha sonora é emocionante e o trio Kidman/Moore/Streep está excepcional. Elas são ótimas e conseguem passar toda a melancolia que envolve o universo feminino. Nunca fiquei tão feliz em me sentir melancólico. Um verdadeiro filme de arte. Nota 1000!". (Fernando Augusto Tozo)

"Pode-se resumir o filme em uma palavra: monótono. Um dramalhão sem o menor sentido. Tragédias em cima de tragédias que ocorrem na vida de três mulheres (interligadas de forma obscura) sem muita explicação de porque ocorrem. Nem as brilhantes interpretações das atrizes salvam a falta de enredo. Apesar disso como todo filme feito vale a pena ser visto pelo menos uma vez." (Daniel de Almeida Thiengo)

Eu acredito que o maior valor desse projeto é a coragem de fazer um filme tão cruel e atual, com um tema tão difícil e pouco acessível. Alguns pensarão se tratar de um filme para mulheres, outros de um filme para Oscar, Globo de Ouro e afins, mas no fundo, “As Horas” vem escancarar o nosso medo de não saber o que fazer com a nossa existência nesse planetinha.


Minha opinião: "EXCELENTE!"


Filme para assistir agarradinho, que eu recomendo!



Abração a todos!

domingo, 8 de julho de 2007

"Zeus - Mestre do Olimpo"


Olá, pessoal!

Conforme prometido no primeiro post desse blog, aí vai a apresentação de um dos meus jogos favoritos: "Zeus - Mestre do Olimpo".

Eu sou "Nerd de Carteirinha" quando o assunto é games para PC: Diablo I, Diablo II, Lord of Destruction, Ryudragon, WarCraft, Faraó, Empire Earth, The Sims e CivCity Rome, entre outros. Pelos jogos citados, já deu pra perceber que minha preferência é pelos de estratégia e RPG, certo? "Zeus" alia a estratégia a um dos meus assuntos preferidos: Mitologia Grega.

É um jogo no esquema "enorme terreno vazio com a missão de construir e administrar uma cidade inteira de acordo com as necessidades da população". Só que em Zeus essa tarefa surge em meio a inúmeros mitos e fatos históricos da Grécia Antiga: Perseu e Medusa, Os Doze Trabalhos de Hércules, As Viagens de Jasão, o desenvolvimento da cidade de Atenas e a Guerra do Peloponeso, entre outros. Por isso, no desenrolar do jogo, você acaba recebendo uma "visitinha" de figuras como Teseu, Aquiles, Kraken, Cérbero, as Bacantes, a Hidra de Lerna e outros monstros e heróis. Além desses personagens, deuses como Afrodite, Apolo, Hermes, Ares e Artemis aparecem para ajudá-lo ou para destruí-lo, dependendo do episódio.

Para que a sua cidade evolua e você conquiste os objetivos determinados, é necessário abrir estradas, criar vilas residenciais e feiras livres para a distribuição de mercadorias, produzir comida, lã e azeite, instalar fontes para o abastecimento de água, postos de manutenção e abrir teatros, escolas de filosofia e ginásios para os atletas.

Enfim, Zeus é também um jogo de estratégia política e de comércio, que exige muita malícia e astúcia para sobreviver com sucesso no cotidiano da Grécia Antiga. O jogador ergue suas cidades-estado, garantindo a sua evolução através do desenvolvimento de habilidades diplomáticas, construção de colônias, invasão e domínio de regiões vizinhas e acordos comerciais .

As animações, o som, os recursos de inteligência artificial, a movimentação dos personagens e a riqueza dos detalhes gráficos fazem a diferença. O manual de "Zeus - Mestre do Olimpo" é um show à parte, pois consegue misturar itens da Grécia mitológica com o jargão informático, além de apresentar ilustrações muito bem produzidas.

O jogo é "antigão" (produzido em 2001), se levarmos em conta a rapidez com que os jogos se sucedem, mas a Vivendi Universal relançou o jogo pela Coleção Best Seller. O meu jogo foi comprado no final de 2006 na Saraiva MegaStore. Fácil encontrar! E justamente por ser mais "antigão", os requisitos de sistema para o PC são "para nós, os mortais". :^)


Minha opinião: "EXCELENTE!"

Diversão garantida, que eu recomendo!

Abração a todos!